
Nos últimos dias andei pensando sobre como eu não tenho problemas; meu problema são os outros! É um inferno... Entretanto hoje, navegando pela Internet, encontrei uma análise da famosa obra de Sartre "Entre 4 paredes", que me fez refletir:
"O inferno são os outros! Segundo Sartre, a famosa frase denuncia duas situações interligadas. Primeiro, se dependemos unicamente dos julgamentos e das ações dos outros, abdicando de nossa liberdade essencial e intransferível, criamos nosso próprio inferno, queimamos na fornalha alimentada por nossos próprios medos, pela má-fé, pela incapacidade de autonomia. Os outros não são necessariamente os causadores do meu sofrimento. Eu mesmo faço do outro o carrasco de minha tortura".
De fato, é o modo como encaro a vida que vai determinar meu algoz ou minha libertação. Tenho de admitir: já estou de saco cheio de estar sempre com a cabeça à guilhotina! Creio não mais ser necessário continuar situações conflituantes - externa e internamente - que simplesmente não valem a pena. O melhor mesmo é não depender dos outros ou criar relações mutualísticas. As relações devem ser tão somente de cooperação, mas acho que só agora, depois de uns tapinhas no orelhão, a ficha caiu (sim, o orelhão aqui é dos antigos!).
Ainda na análise da referida obra, outra frase caiu-me como uma bigorna na cabeça - dessas que caem em cima do Frajola, do Patolino, do Leôncio, enfim...
“[...] eu não te amaria, te conheço demais para isso”.
Como diria minha amiga Camis: "tonhionhionhoinnnn". É... tonhoinhoin na cabeça mesmo; sorvetão na testa!
Sabe, caros amigos leitores-fantasmas-que-nunca-comentam-o-que-escrevo, acho que vou na onda de vocês, quero desaparecer. Quem sabe como fantasma, perispírito, egun - seja lá como as religiões chamem isso - eu me sinta mais livre!
Mas que não me venham impor o céu ou o inferno por conta disso, estou farto desse dualismo! Só quero ser livre correndo por aí.
Livre dos outros, livre de mim mesmo...
"O inferno são os outros! Segundo Sartre, a famosa frase denuncia duas situações interligadas. Primeiro, se dependemos unicamente dos julgamentos e das ações dos outros, abdicando de nossa liberdade essencial e intransferível, criamos nosso próprio inferno, queimamos na fornalha alimentada por nossos próprios medos, pela má-fé, pela incapacidade de autonomia. Os outros não são necessariamente os causadores do meu sofrimento. Eu mesmo faço do outro o carrasco de minha tortura".
De fato, é o modo como encaro a vida que vai determinar meu algoz ou minha libertação. Tenho de admitir: já estou de saco cheio de estar sempre com a cabeça à guilhotina! Creio não mais ser necessário continuar situações conflituantes - externa e internamente - que simplesmente não valem a pena. O melhor mesmo é não depender dos outros ou criar relações mutualísticas. As relações devem ser tão somente de cooperação, mas acho que só agora, depois de uns tapinhas no orelhão, a ficha caiu (sim, o orelhão aqui é dos antigos!).
Ainda na análise da referida obra, outra frase caiu-me como uma bigorna na cabeça - dessas que caem em cima do Frajola, do Patolino, do Leôncio, enfim...
“[...] eu não te amaria, te conheço demais para isso”.
Como diria minha amiga Camis: "tonhionhionhoinnnn". É... tonhoinhoin na cabeça mesmo; sorvetão na testa!
Sabe, caros amigos leitores-fantasmas-que-nunca-comentam-o-que-escrevo, acho que vou na onda de vocês, quero desaparecer. Quem sabe como fantasma, perispírito, egun - seja lá como as religiões chamem isso - eu me sinta mais livre!
Mas que não me venham impor o céu ou o inferno por conta disso, estou farto desse dualismo! Só quero ser livre correndo por aí.
Livre dos outros, livre de mim mesmo...